20 de junho de 2014

4ª Roda Prosas Paridas

Na próxima quarta, 26 de junho, o Eu Livre realizará a 4ª edição da Roda Prosas Paridas. Dessa vez, a parteira Ritta Caribé Pinho estará conosco novamente para, junt@s, conversarmos sobre o universo que envolve a gestação, parto, ciclos menstruais e criação dos filhos. A roda começa às 19h, com contribuição consciente. No Espaço Cultural Mercado Sul (Taguatinga - QSB 12).

Até lá!!


6 de junho de 2014

Oficina de Suco Verde

Salve, amig@s!!

No dia 14 de junho, sábado, o Eu Livre vai realizar a Oficina Prática de Suco Verde. A atividade integra a VI Eco Feira do Mercado Sul, evento realizado de forma coletiva e independente, aqui em Taguatinga. A oficina será de 10h às 12h, no Café Fora de Cena, que é um novo espaço no Beco do Mercado Sul. 

A contribuição para a oficina é de R$ 20. Vai ser tudo na prática, e quem fizer ainda ganha um coador para suco verde (voil) e um folheto com informações e receitas. As inscrições são antecipadas, pelo e-mail coletivoeulivre@gmail.com ou pelo telefone 61 8575.8500.


Aproveitem e venham visitar a Eco Feira. Vai ter palco aberto, samba, exibição de vídeo, venda de produtos ecológicos, mamulengo e Capoeira Angola. Clique a saiba mais.


30 de maio de 2014

Ambulatório Popular de Saúde Integral no Seara Espírita Cabocla Jurema

 Há alguns meses, em pareceria com a comunidade do Seara Espírita Cabocla Jurema, estamos em ajustes para lançarmos uma edição mensal de nosso ambulatório também nessa casa de amor e luz. A hora chegou e pronto, aqui, estamos para trabalhar!

 Essa parceria veio nos fortalecer ainda mais dentro do caminho da Educação Popular e trabalho com as comunidades, já que estaremos dentro da periferia de uma grande cidade satélite do DF.

 O formato dessa vez estará um pouco mais expandido, já que a ideia é manter o tratamento com os interagentes participantes, então, estaremos trabalhando com atendimentos de Acupuntura (com fitoterapia) e Homeopatia. Nesse primeiro momento queremos fazer essa edição duas vezes no mês (aos domingos), fortalecendo o vínculo e aprofundando os trabalhos com os interagentes.

 O participante tem a opção de escolher apenas uma terapia para desenvolver naquele dia, ou o pacote (acupuntura, homeopatia, reiki). Os atendimentos são por ordem de chegada e confirmados por email.

 Sobre os terapeutas:

 Mirian Hisano - Estudante de homeopatia e estética natural. Atendimentos também com aurículoterapia, Sei  Shiatsu e é praticante da Kriya Yoga.

 Edna Cruz - Terapeuta Reikiana, Sistema Usui Nível III, ANAHATA Reiki, Karuna Reiki, Pedagoga  Aposentada.

 Caroline Nóbrega - Massoterapeuta há mais de 6 anos, artesã e coordenadora da EcoFeira do Mercado  Sul. Trabalha com estética natural e é também cabeleireira.

 Mariana Almeida - Acupunturista e eterna estudante da milenar Medicina Chinesa. É educadora popular no  coletivo Eu Livre, trabalha com terapias complementares á acupuntura como Alimentação Terapêutica,  Fitoterapia e Aurículoterapia. É reikiana, doula e educadora perinatal.


 Serviços:

 Local: Seara Espírita Cabocla Jurema - QNM 30 Módulo "D" , área especial, Ceilândia Norte
 Hora: Manhã - 09h ás 12h , Tarde - 14h ás 17h
 Valores: 
 Acupuntura - R$ 40,00
 Massagem - R$ 30,00
 Homeopatia - R$ 30,00
 Reiki - R$ 20,00
 Pacote com Acupuntura, Reiki e Homeopatia - R$ 80,00
 Reserva de vaga: mirian.hisano@gmail.com
 Dúvidas: 9825-6018 , 8504-5513 e 8546-6963



Até breve, compartilhem!
Com amor,
Equipe Eu livre.





20 de maio de 2014

Série de vídeos Prosas Paridas - Relato 3: Ritta Caribé Pinho (Brasília-DF)

A série de vídeos Prosas Paridas está de volta! Esse terceiro episódio traz o relato da nossa madrinha, a parteira Ritta Caribé Pinho. No vídeo, gravado aqui mesmo em Brasília, Ritta vai além do pré-parto, parto e pós-parto, trazendo uma dimensão mais ampla sobre a criação d@s filh@s e sobre o processo de gestar e maternar. 

Ritta Caribé Pinho trabalhou por 18 anos como doula e educadora perinatal até se tornar parteira, tendo como mestras as parteiras tradicionais Naoli Vinaver (MEX) e Sueli Carvalho (PE). Já acompanhou mais de 500 partos, entre hospitalares e domiciliares. Suas primeiras experiências foram na Inglaterra, com suas duas próprias gestações. Com a vivência pessoal que teve no parto dos filhos, um hospitalar e outro domiciliar, Ritta percebeu o caminho que seguiria, recebido pela sensibilidade ancestral que carrega em seu ofício. 

Além do trabalho no partejar, Ritta participa de rodas quinzenais e mensais sobre parto. É nossa madrinha, pois todo mês está conosco na roda sobre parto que realizamos mensalmente, no Espaço Cultural Mercado Sul. 

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Veja também os primeiros relatos, com a parteira tradicional Val Santana e a aprendiz de parteira Ludimila Nascimento
 .

14 de maio de 2014

Vivência no CEM 1 Julia Kubitschek - Candangolândia (PSE - Fiocruz)

Na manhã de quarta-feira (14 de maio), dia de Lua Cheia, realizamos em parceria com a FIOCRUZ uma vivência no Centro de Ensino Médio 1 Júlia Kubitschek, dentro do Programa Saúde na Escola (PSE). A atividade foi direcionada a estudantes do 1º ano do Ensino Médio. Em círculo, iniciamos a roda com a apresentação de todos, usando o “bastão-que-fala”, que na roda foi um pandeiro, simbolizando a nossa cultura popular. A vivência girou em torno do ressignificar o conceito de saúde, do olhar pra dentro, percebendo a responsabilidade por nossos padrões de saúde x doença.


Numa dinâmica onde os alunos respondiam a perguntas como “O que é saúde para você?”, “O que os antigos de sua família diziam em relação à saúde?”, “Onde falta saúde?”, “Qual a raíz da não-saúde”, “Que ferramenta existe dentro de você para mudar essas questões?”, trocamos entre nós os papéis de respostas e discutimos os conceitos falados. No início, algumas opiniões eram limitadas apenas ao vínculo da saúde com a medicina hospitalar, com o poder aquisitivo e com os lugares de maior presença de tecnologias. Depois, a partir da troca de saberes, a conversa ampliou horizontes e o grupo se aproximou de outras visões.


Alguns conceitos de saúde apresentados falavam de bem-estar, de natureza e de amor. Foi quase unânime a percepção de que há falta de saúde nos hospitais e há saúde em abundância na Natureza e no vínculo com ela. Pudemos perceber juntos, avaliando a evolução da modernidade, que no último século adoecemos mais por falta de tempo de se olhar, de se alimentar com qualidade e, principalmente, pela falta de amor, que influencia o adoecimento de muitas famílias. 


Uma outra questão que o grupo defendeu com força é de que falta saúde nas escolas, quando as aulas são levadas em um sistema padrão de ensino, com pouco diálogo e muita imposição. Após prosas, ressignificações, concordânias e discordâncias, entramos em silêncio, fechamos os olhos, ouvimos um conto sobre o início da humanidade e vivenciamos um pouco dos Cinco Elementos (Medicina Chinesa), ancorando os diversos aspectos de nossos órgãos, emoções e sentidos. 


Esse contato com jovens estudantes nos trouxe o aprendizado de que é possível, sim, transcender os padrões atuais, é possível ativar a responsabilização por nosso bem-estar e de que, no fundo, todos sabem que a saúde não está vinculada somente ao corpo, mas também à nossa mente, emoções, à sociedade, à escola, nossa casa, à rua, ao ar que respiramos e à atitude de cada um. 


Agradecemos ao Universo pela oportunidade e à equipe FIOCRUZ e PSE. Com determinação, continuamos a caminhada, prontos para aprender ensinando, acolher o saber do outro e construir, juntos, novas formas de debater e agir nas áreas da saúde e da educação.

7 de maio de 2014

Roda de Prosa CRIA (mães e filhos) na V Eco Feira do Mercado Sul

Salve, amig@s! 

No próximo sábado, 10 de maio, o Eu Livre vai realizar a 1ª Roda de Prosa Cria, com mães e filhos, durante a V Eco Feira do Mercado Sul. Aproveitando a proximidade com o Dia das Mães, ao inveś de consumir e consumir, vamos dialogar sobre educação, vida comunitária, maternar e outros assuntos relacionados. Durante a roda vamos exibir o 3º episódio da série de vídeos Prosas Paridas, com a parteira Ritta Caribé Pinho, e outros vídeos sobre brincadeiras infantis e maternar. A partir das 10h, no Beco do Mercado Sul, com entrada franca. Apesar de ser para mães e filhos, estão todas e todos convidad@s!!! 



V ECO FEIRA DO MERCADO SUL E FESTIVAL BECO LIVRE 

No próximo sábado, dia 10 de maio, a oficina de artes e ofícios Tempo Eco Arte, junto com artistas e amigos solidários, realiza a V Eco Feira do Mercado Sul, em Taguatinga. Como de costume, o evento contará com exposição e venda de produtos artesanais, oficinas e palco aberto para artistas que quiserem se apresentar. Haverá também roda de capoeira com o Grupo Semente do Jogo de Angola e duas rodas de prosa, uma para mães e filhos, puxada pelo Eu Livre - Educação e Saúde, e outra roda chamada Beco Livre, onde serão discutidos temas como comunicação livre, parto natural, memória e território.

A programação começa às 10h e segue até à noite, com entrada franca e livre. Além de um local para exposição e venda de produtos ecológicos, a Eco Feira do Mercado Sul se consolida como espaço livre de convívio, trocas, arte e economia solidária.


Beco Livre

Em paralelo, o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos, a Gunga Som Imagem e Movimento e militantes da liberdade organizam uma jornada de encontros, trocas de ideias, buscas de soluções, trabalhos e diversões em torno do uso das Tecnologias e Programas Livres. O I Festival Beco Livre nasce da iniciativa deste núcleo de coletivos que se formou no Mercado Sul, a partir de 2007, e convida todas e todos que se interessam por educação, comunicação, música e diversão de crianças e adultos neste mundo cheio de computadores, câmeras, propagandas, manias e vícios.

A junção destes eventos simboliza a crítica a uma sociedade de alienação e dependência, onde mais que consumidores nos tornamos as mercadorias, e mostra que há alternativas para bem viver e conviver, retomando as trocas entre humanos, as trocas com a Terra, com as estrelas e com o etéreo.

Programação
  • 10h às 20h: Exposição e venda de produtos artesanais e ecológicos 
  • 10h: Roda de Prosa Cria, para mães e filhos, (Eu Livre – Educação e Saúde) - Aproveitando a proximidade com o Dia das Mães, vamos discutir educação e outros temas 
  • 11hs: Apresentação Gunga Som Imagem e Movimento - 6 anos produzindo comunicação e sustentando vidas usando exclusivamente programas livres (GNU/Linux) 
  • 14hs: Mulheres e Software Livre (Drica Veloso e Fabiana Goa) 
  • 15hs: Rede Mocambos e o Baobáxia: luta e defesa dos territórios quilombolas e saberes tradicionais numa rede de bibliotecas virtuais compartilhadas através de servidores locais eventualmente conectados à internet. 
  • 16h: Roda de Capoeira Angola (Semente do Jogo de Angola) 
  • 17h: Roda de Prosa Beco Livre - Espaço para trocas ancestrais, comunicação (software) livre, parto natural, memória e território... Convidad@s especiais: Ritta Caribé Pinho (parteira tradicional) e Joey Hess (Comunidade Debian).

25 de abril de 2014

3ª Roda Prosas Paridas

Salve, salve!

Nosso III Encontro Prosas Paridas acontecerá no dia 30 de abril, das 19h às 21h30, no Espaço Cultural Mercado Sul. Como de costume, a mediação é com a parteira Ritta Caribé Pinho. A contribuição é feita de forma consciente e voluntária. Lembrando que o Encontro Prosas Paridas é sempre realizado na última qurta-feira do mês, aberto não só a gestantes e mães, mas para qualquer pessoa interessada na naturalização do parto e na saúde sexual da mulher.

São tod@s bem-vind@s!

Cenas da nossa 1ª roda

1 de abril de 2014

Cuidados extras de massagem e acupuntura

Salve, salve!

Como a procura pelo Ambulatório Popular de Saúde Integral tem sido grande, ampliamos as possibilidades de oferta dos atendimentos que realizamos. A partir de abril, o Eu Livre vai oferecer cuidados extras, às segundas, quintas sextas à tarde. Essas ações são diferentes do Ambulatório, vão focar em uma terapia apenas, mas com mais tempo e profundidade. 


Massagens

Dia: todas as sextas-feiras
Horário: das 14h às 18h 
Vagas: 4 por dia (tem que reservar antes, por telefone ou e-mail)
Terapeuta: Caroline Nóbrega
Informações e reservas: 61 8406.0683 ou carol.nbessa@gmail.com
Opções: massagem corporal relaxante | massagem quick - na cadeira


Acupuntura

Dia: segunda ou quinta-feira
Horários: a combinar
Vagas: 4 por semana (só para mulheres. Tem que reservar antes, por telefone ou e-mail)
Terapeuta: Mariana Almeida
Informações e reservas: 61 8546.6963 ou terapiaeulivre@gmail.com

30 de março de 2014

Roda de Cantos e Mantras do Mundo

Em uma parceria relâmpago (assim que é bom né...), o Eu Livre recebe na próxima quarta-feira (2 de abril) a Roda de Cantos e Mantras do Mundo, com a mediação da cantora colombiana Isabel Cardona Colina. A vivência vai utilizar a voz como ferramenta curativa, a partir de uma imersão de práticas para a auto-liberação de emoções estagnadas no corpo e na mente. 

A ideia é que cada ser trabalhe seu estado interno, ao compartilhar de um ambiente externo propício para soltar a voz natural e livremente. Durante a vivência, serão desenvolvidas práticas para a auto-exploração do corpo como instrumento musical: técnicas vocais e de respiração, alinhamento de chakras, visualizações, yoga, tao, percussão e expressão corporal.

A roda será das 19h às 22h30, no Espaço Cultural Mercado Sul, em Taguatinga. É aberta para adultos e crianças e a contribuição é de R$ 15. Cheguem pontualmente! Cada prática é fundamental para o desenvolvimento da vivência. 

Um pouquinho do som de Isabel:



Mediação 
Isabel Cardona Colina é cantora, artista cênica e pesquisadora da arte como terapia. Há 7 anos desenvolve um método para utilizar a voz como ferramenta de cura de processos emocionais. Ao lado de Netan Yahu, forma a dupla colombiana Elixir Tafari. Em viagens pelo mundo, os dois pesquisam e apresentam shows com a mistura de dança, artes circenses e música: ritmos afrolatinos, ciganos, cubanos, jazz, salsa, soul, gypsy, mantras e cantos sagrados. 



SERVIÇO 

Roda de Cantos e Mantras do Mundo - a voz como ferramenta curativa
Dia: 2 de abril de 2014 (quarta-feira) 
Horário: das 19h às 22h30 
Local: Espaço Cultural Mercado Sul 
Endereço: QSB 12, Lote 4 – Mercado Sul, Samdu Sul – Taguatinga 
Contribuição: R$ 15 
Informações: 61 8575.8500 
Sem contra-indicações de público 

27 de março de 2014

Série de vídeos Prosas Paridas - Relato 2: Ludimila Nascimento (BA)

Mais um passo dado e nosso segundo vídeo da série Prosas Paridas ficou pronto. O relato traz Ludimila Nascimento, doula e aprendiz de parteira tradicional, que atualmente mora em Serra Grande, município de Uruçuca (BA). 

Ludimila abre o coração e nos fala sobre os desafios e a ancestralidade desse ofício. Com o sorriso da alma e brilhos nos olhos, relata seu caminho no partejar. 

É através do retorno às tradições e às nossas raízes que Prosas Paridas vem navegando, buscando o que tentam nos tirar. Vamos atrás da naturalização do gestar, do parir, do maternar...

Um salve às parteiras, às mulheres, às crianças!




Veja também o primeiro relato, com a parteira tradicional Val, clicando aqui.

21 de março de 2014

II Encontro Prosas Paridas


Salve, interagentes buscadores da liberdade! 

Nosso II Encontro Prosas Paridas acontecerá na próxima quarta-feira, dia 26, das 19h às 21h30, no Espaço Cultural Mercado Sul. Sob a mediação da parteira Ritta Caribé Pinho, vamos novamente trocar saberes sobre o universo que envolve a gestação, parto, pós-parto, amamentação, relação mãe-bebê-pai... 

A contribuição é feita de forma consciente. Lembrando que o Encontro Prosas Paridas é sempre realizado na última qurta-feira do mês, aberto não só a gestantes e mães, mas a qualquer pessoa interessada nesse tema. 

São tod@s bem-vind@s! Esperamos vocês com muita alegria, para mais essa roda pela naturalização do parto. 



18 de março de 2014

Curso de Fitoterapia traz saberes sobre gestação e parto

Nos dias 26 e 27 de abril, o Instituto de Estudos Culturais e Ambientais (IECAM), em parceria com o Eu Livre e o Sítio Geranium, realiza o CURSO DE FITOTERAPIA: SABERES TRADICIONAIS E CIENTÍFICOS NAS PRÁTICAS DE SAÚDE. Serão dois dias de aprofundamente sobre identificação e manipulação de fitoterápicos, além de saberes sobre ervas indicadas para a gestação, parto, pós-parto, mães e bebês.

As aulas serão realizadas no Sítio Geranium pela fitoterapeuta e etnobotânica Vera Fróes, que trará seus saberes científicos assim como o que aprendeu na tradição, convivendo com indígenas e povos da Amazônia. As inscrições já estão abertas, somente por e-mail (iecam.comunicacao@gmail.com).


Conteúdo  
  • Identificação do pronto-socorro vivo: 40 espécies 
  • Manipulação da farmácia caseira: extratos, pomadas, xaropes 
  • Plantas medicinais para pré-parto, parto e pós parto
    Manipulação de fitoterápicos para mamães e bebês: óleo de massagem, colônias e loções.         

Vera Fróes

SERVIÇO

  • Local: Sítio Geranium - Núcleo Rural de Taguatinga, Chácara 29 - Via de Ligação Samambaia e Setor QNL de Taguatinga – DF      
  • Público alvo: agentes de saúde, líderes comunitários, associações de moradores, secretarias de saúde, meio-ambiente, educação, agricultura familiar, professores, estudantes, doulas, parteiras, gestantes e público em geral.  
  • Ministrante: Vera Fróes, fitoterapeuta, com especialidade em etnobotânica pelo NBRI - Lucknow, Índia. 
  • Inscrições online: iecam.comunicacao@gmail.com (ficha de inscrição e as informações gerais)
  • Valor do módulo:  R$ 300, com desconto de 10% para inscrições até o dia 11 de abril. Incluso material didático, certificado.
  • Informações: 61 8575.8500 (Keyane Dias) ou 61 8130.0594 (Deborah Minardi)

    ** O almoço vegetariano no sábado será oferecido pelo Sítio Geranium, com valor à parte de R$ 25 (por pessoa), a ser pago no dia.
       



5 de março de 2014

Série de vídeos Prosas Paridas - Relato 1: Val (BA)

O parto natural, feito em casa, com mães acolhidas por acompanhantes e bebês amparados pelas mãos de parteiras, sempre existiu. Foi assim que a humanidade nasceu por milhares de anos. Em vários povos encontramos relatos do partejar, feito por mulheres que possuem saberes sobre plantas, sobre o corpo, sobre as fases da lua e também sobre espiritualidade. É orgânico e instintivo. Basta conversar com alguma avó, que logo a memória vai parindo histórias sobre a irmã, a prima, a tia ou a vizinha que fazia partos. Ou sobre as cumadres que pariram menin@ em casa. 
  
Apenas há poucas décadas, com a expansão da medicina chamada ocidental, que o nascer foi transformado em ato cirúrgico. Com a criação dos hospitais, médicos inseriram uma série de intervenções desnecessárias para acelerar o trabalho de parto: soro com oxitocina, episiotomia (corte do períneo), lavagem estomacal, entre outras. Sem falar na cesariana, procedimento que deveria ser usado apenas em casos de extrema complicação, com perigo de morte para a mãe ou para @ bebê. Ao contrário, o que se vê hoje é uma série de médicos indicando cesarianas sem motivo e mães induzidas a marcar dia e horário para suas crias nascerem. 

Val, parteira tradicional de Uruçuca (BA)

Felizmente, a arte e o dom de partejar nunca cessaram em meio a imposição da medicina. Anônimas, em suas comunidades, povoados, aldeias e bairros, gerações de parteiras seguiram seu trabalho de auxiliar mulheres a dar a luz de forma natural. Nos últimos anos, inúmeras mães e pais estão em busca dessas senhoras sábias e dessa [re]conexão com o nascer orgânico, sem intervenções indevidas, sem traumas. Guerreiras, as parteiras também buscam hoje a valorização de seus ofícios e saberes, se organizando e compartilhando entre si lutas e anseios. Há também a contribuição de pessoas e grupos que acreditam nessa causa e buscam contribuir para a chamada “humanização do parto”. 

É para conhecer a história de parteiras, doulas (acompanhantes) e mães que o Eu Livre – Educação e Saúde criou a série Prosas Paridas. Em parceria com o Estúdio Gunga, o Eu Livre vai mostrar relatos sobre gestação, parto e maternidade, em vários episódios e com vári@s entrevistad@s. O primeiro vídeo foi gravado em Serra Grande, município de Uruçuca (BA), e traz o relato da enfermeira e parteira tradicional Valdeci Rocha Santana, conhecida como Val. Sábia mulher, que muito nos inspira.



Abaixo, uma carta escrita por Ernani, pai do primeiro bebê que Val amparou. Essa história, ela cita bem no início do vídeo, quando conta como começou a partejar. A carta foi cedida ao Eu Livre pela filha de Val e doula, Mariama Santana.

"De nada adianta apenas acreditar na possibilidade, sem experimentar na prática o desafio de realizar um parto independente. O fato de vivermos cada vez mais cercados de tecnologias e antificialismos nos distancia cada vez mais dos processos autênticos e naturais. Por isso precisamos revalorizar esta experiência de trazer crianças ao mundo de uma forma humana, calorosa e saudável. De empoderar as mulheres e as mães com aquilo que sabem fazer de melhor. Gestar, parir e criar. Esta é a verdadeira virtude feminina, algo insubstituível. Mesmo que o homem tente de modos diversos imitar e copiar, buscando artificializar os processos da natureza, os resultados a curto, médio e longo prazo são geralmente perniciosos. O ser humano acaba sendo vítima de sua insensatez. 

Conheci sua mãe, esta criatura maravilhosa, conhecida como Valdeci Rocha, ou, para os mais chegados, comadre Val, quando, no fim da década de setenta, eu frequentava o restaurante Grão de Arroz e conheci a mãe dos nossos filhos, Tânia, que já a conhecia juntamente com seu pai, nosso amigo Noel. Foi por intermédio de Tânia que fui conhecer Val em Praia Grande, no suburbio de Salvador. A gente se afinou logo. Aliás é difícil não empatizar com Val, com seu jeito meigo e afetuoso. 

Quando Taniel foi concebido(nosso primeiro filho) eu já andava às voltas com os estudos da filosofia da medicina oriental, alimentação macrobiótica, naturalismos e práticas alternativas. Era um mundo novo que se abria para nós, uma nova geração de contestadores do sistema vigente. Desde o início dos setenta que já haviam movimentos de expansão de consciência, experiências comunitárias, de distensão política, em busca de um sonho por melhor qualidade de vida e retorno à mãe natureza. Claro que cada um ao seu modo, tateando, experimentando, escorregando, desbundando, e muitos pirando mesmo. Mas havia uma leva de gente mais prudente, mais pé-na-terra, que vislumbrou o sonho, mas percebeu que nada podia ser transformado num passe de mágica. A gente ia ter que mastigar muito, meditar muito, compartilhar muitas experiências artesanais, alimentares, rurais, terapêuticas, enfim, enfrentar ainda muitas resistências das nossas familias, das gerações já acomodadas, daqueles que cada vez mais corriam atrás do consumismo e dos valores meramente materiais, e que a turma da vanguarda estava e continua tentando se livrar. 

A gente estava a fim de buscar novos paradigmas, novos modelos, mais salutares e ecologicamente sustentáveis. Creio que alcançamos algumas metas, mas percebemos também que fomos frustrados em muitas tentativas. Muitos desistiram, outros se entregaram, gente se acomodou, mas muitos também persistiram na busca de manter valores mais elevados, de não sucumbir às armadilhas. Esta resistência ainda continua e, certamente, Val é um exemplo disto. Por isso resolvi escrever um pouco sobre sua trajetória, um pouco sobre aquilo que compartilhamos, num ângulo de visão particular, mas que retrata esta resistência, no intuito de deixar um registro para vocês da geração seguinte (e as seguintes além) que possam colher algum benefício dessa experiência. 

A vinda de Taniel me estimulou a traduzir um trecho de um livro maravilhoso: Spiritual Midwifery, escrito por Ina May Gaskin que foi outra fada e iniciadora de um trabalho humano fantástico de acompanhamento de gestantes na comunidade " The Farm", nos Estados Unidos. Esta mãe, e também pioneira no resgate dos procedimentos do parto humanizado, junto com outras parteiras e mulheres aguerridas, como Val, foi quem me inspirou e nos deu confiança, a mim e à mãe do bebê, para tentar realizar um parto domiciliar em 17 de agosto de 1981, quando Taniel veio ao mundo. Tenho grande gratidão por estas mulheres, pela coragem que sempre demonstraram, e pela possibilidade de propiciar a nós, marmanjos, a chance de compartilhar um ATO DE LUZ. Este é um gesto invejável! 

A partir de então, Val, que já contava com sua experiência de enfermagem, passou a se dedicar a esta nobre tarefa de acompanhar gestantes e auxiliá-las a parir. Sabe-se lá quantas outras crianças esta comadre aparou pelos caminhos afora. Creio que nem ela se deteve em contar. Foram tantos afilhados. Depois ainda gestou seus próprios filhos, todos nascidos em casa: Aranda, você Mariama e Cauê. Ajudou ainda a aparar Tizu nosso caçula (em 8/9/84). Só não acompanhou o nascimento de Taoan (3/3/83), porque o pisciano foi mais rápido e sequer esperou a madrinha chegar. 

Val, além da "arte de esperar" (a arte da não-interferência), a obstetrícia doméstica, também é mestra em outras artes e prendas. Desenvolveu sua arte culinária natural e tocou alguns restaurantes pelo sul da Bahia. Amassou e assou muitos pães integrais. Plantou muitas hortas e canteiros de flores, habilidosa que é também no trato com a mãe natureza. Teceu também muitas artesanias. Com sua arte de cuidar das pessoas também compartilhou muitas dores e tratou muitas feridas não apenas do corpo, mas principalmente da alma. 

Esta é, ao meu ver, a verdadeira manifestação do feminino, sem sombras de dúvida. Este é o exemplo que todas as meninas precisam conhecer. Por isso faço questão de compartilhar este comentário e esta homenagem sincera que presto nestas linhas. São poucas palavras para expressar meu reconhecimento pelo empenho de Val. Homens, em geral, não sabem dimensionar a envergadura dessa obra magistral que é a maternidade e a arte de criar. Este assunto sempre foi e continuará sendo a nobre incubência do coração feminino. Neste aspecto nada pode superá-lo. 

 Obrigado Val por sua dedicação e que as Deusas te abençoem. 

Sincera admiração e respeito. 

Ernani"
 .

20 de fevereiro de 2014

Estreia Encontro do Parto - Prosas Paridas

Com alegria e gratidão pela oportunidade, o Eu Livre inicia nesse mês de fevereiro o Encontro do Parto. Com a mediação da parteira Ritta Pinho, vamos dialogar mensalmente sobre o universo que envolve todo O GESTAR: ciclos menstruais, parto, pós-parto, relação pai-mãe-bebê, cuidados com o bebê, amamentação...

Desde que o Eu Livre surgiu, muitas mulheres grávidas e não grávidas nos procuram para pedir informações sobre a menstruação, GESTAÇÃO e o parto. É muito claro que a busca pela saúde, pelo natural e pelo orgânico passam pelo nascer. Abrimos essa roda com o impulso e o reforço de Ritta Pinho, que já acompanha partos há mais de 15 anos. 




A ideia do Encontro é despertar a autonomia e empoderar a gestante da sua capacidade de gestar, parir, amamentar e cuidar do seu bebê de forma natural e orgânica. Nosso objetivo é também deselitizar o conceito de parto humanizado e mostrar que é possível ter um parto natural e consciente, independente da situação financeira e do lugar de escolha para o parir, seja em casa, no hospital ou em casa de parto. 

Orgânica, assim como o nascer e o morrer, o Encontro do Parto está aberto para gestantes, mães, mulheres que não tem filhos, homens, crianças, profissionais da área e qualquer pessoa interessada no assunto. O primeiro encontro acontece na próxima quarta-feira (26/02), a partir das 19h, no Espaço Cultural Mercado Sul, em Taguatinga. A participação é livre e a contribuição consciente.


Reza para Mamãe Terra


"Terra, 
minha nossa Deusa Gaia
Mamãe terna boa cheia de peitos
meus desejos são tantos!
Estou grávida de mim.
Estou grávida de ti.
Desejo nos parir."

Líllian Pacheco - poeta e pedagoga griô



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SERVIÇO 

Eu Livre apresenta Encontro do Parto
Dia: 26 de fevereiro de 2014
Horário: das 19h às 21h30
Local: Espaço Cultural Mercado Sul
Endereço: QSB 12/13, Avenida Samdu - Taguatinga Sul
Entrada: Contribuição Consciente
Informações: terapiaeulivre@gmail.com

6 de fevereiro de 2014

Movimento é saúde!

Começo de ano, mês das águas, parceiros reunidos, capoeira, ioga, cozinha, filhos, bike, quedas, portas abrindo e fechando. Se movimentar dentro do movimento que a vida nos coloca é saúde. É presença e presente! Aceitando e entregando... movimentando. Como diria Cumpadre Ben: "Mexe, mexe!".

Salve fevereiro, salve a alegria, as tardes inspiradoras, os reencontros, os movimentos!


"Mexe, mexe, mexe (tô mexendo) 
Mexe, mexe, mexe (tô mexendo) 
Quando você para de brincar de mexer 
Você envelhece (lhece) 
Quando você para de brincar de mexer 
A sua barba cresce (cresce) 
Quando você para de brincar de mexer 
Seu coração ao invés de bater padece (dece)
Irmão, irmã 
Pare, pense, brinque e mexa 
Pare, pense, brinque e mexa 
Pois a vida é bela 
Tem gente que não sabe brincar e mexer com ela 
Pois a vida é bela 
Tem gente que não sabe brincar e mexer com ela
Por isso mexe, mexe
A arte de mexer vem desde os tempos da pedra lascada 
Todo mundo mexia, todo mundo balançava 
Todo mundo sacudia, todo mundo requebrava 
E cantava 
Mexe, mexe, mexe, mexe (tô mexendo)
Mexe, mexe, mexe, mexe (tô mexendo) 
Pois quando você para de brincar de mexer 
Você envelhece (lhece) 
Mexe, mexe por favor 
Mexe, mexe meu amor 
É um, é dois, é três, lá vai, todo mundo mexendo
Em cima, em baixo
Em baixo, em cima 
Pa, pa, pa, pa, pa quero ver mexer"

25 de janeiro de 2014

TV Supren faz reportagem sobre o Eu Livre

Matéria da TV Supren, sobre o Eu Livre, veiculada nesse mês de janeiro de 2014, na TV e também na internet. Pra quem ainda não viu, segue abaixo.


A matéria completa também está no site: www.uniaoplanetaria.org.br

5 de novembro de 2013

Experiências: Educação Popular em Saúde no MST

Educação Popular é sem dúvida nossa maior Mestra. Ela nos mostra que o caminho que nos leva até o interagente é o da troca de saberes, os saberes de cada um. Hoje, tivemos acesso a um Trabalho de Conclusão de Curso com um tema que muito nos inspira: “A influência do Movimento dos Médicos de Pés Descalços na China sobre a Experiência Brasileira do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)”.

A monografia foi apresentada à Escola Nacional de Acupuntura pelos alunos Carlos José Machado Menezes e Rose May Machado da Fonseca Cabral. Eles relataram uma experiência que tiveram durante um acampamento do MST, em Brasília, no ano de 2011, onde puderam trocar saberes e trabalhar junto com os militantes que atuam na área da saúde. Todo o trabalho foi realizado com base na Educação Popular. Seguem, abaixo, alguns trechos inspiradores da monografia:


 “Nos momentos em que estávamos lá, presenciamos equipes de seis a oito terapeutas que se revezavam em turnos. Nenhum deles utilizava jaleco ou roupa branca e isso faz parte da cultura do movimento: o terapeuta (mesmo que formado em medicina) é igual a qualquer outro do movimento. O jaleco branco, em nossa cultura, tem uma clara distinção de classes. Alguns militantes que conversamos nos afirmaram ser impossível reconhecer um médico do movimento, a priori, pois eles cumprem com todas as tarefas dos demais militantes e não usam jalecos. A principal justificativa alopática para o uso desta vestimenta é primeiramente a de diferenciar o profissional de saúde. Um segundo argumento se relaciona com a assepsia, tão cara à ideologia burguesa, industrial e médico-hospitalar. Pois os médicos ou técnicos em saúde que encontramos também tinham os pés ou mesmo as roupas “sujas” de terra. Mas terra para um movimento dos sem terra pode ser algo sujo?“ 

“O MST tem hoje em seu centro de formação, o Iterra, no Rio Grande do Sul, dentre outros, um curso de técnicos em saúde. (...) Depois de cada módulo, o aluno volta para a sua comunidade e coloca em prática aquilo que aprendeu. A perspectiva do curso é de formar mais que agentes de saúde, mas sim mobilizadores e educadores populares, fazendo com que seu trabalho parta das reais necessidades da comunidade e tenha as possíveis saídas para cada problemas discutido e executado pela própria comunidade.“ 

“Na página 46 do livro 'Como se faz Medicina Popular', de Jorge Moreira Rocha, o autor tece uma análise de como seria uma medicina verdadeiramente popular, estabelecida sobre um eixo horizontal entre o terapeuta e a população: 'Para entender uma prática popular requer-se um mergulho em sua cultura. Não sendo assim, passa-se ao largo, sem nada entender, sem poder apreciar, senão superficialmente’.” 

“É preciso estar em uma posição de ensinar e aprender. Servir e ser servido de medicina e de todos os aspectos da cultura local. Estar numa clara posição de troca de saberes e não numa posição elitista de servir ao povo.” 

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Que caminhemos a cada dia aprendendo com essa roda viva que é a vida de cada um de nós, cada história, cada realidade. A Educação Popular em Saúde nos torna mais que Terapeutas, nos torna, sem dúvida, mais humanos, mais aprendizes e mais descalços. 

“Para ser professor do povo é preciso, antes, ser aluno do povo.” 
Mao Tsé Tung 


4 de novembro de 2013

8º Ambulatório Popular de Saúde Integral

Olá, interagentes!

Nessa segunda quarta-feira do mês, dia 13 de novembro, realizaremos o penúltimo Ambulatório Popular de Saúde Integral de 2013! Como de costume, a partir das 19h, vamos oferecer reiki, massagem na cadeira e auriculoterapia, além de um ambiente calmo, com roda de conversa, flores, livros e amor. Será no Espaço Cultural Mercado Sul, em Taguatinga.

O valor dos atendimentos é de R$ 30, correspondente às três terapias. Nesse Ambulatório, teremos novamente a presença de algumas colaboradas do Eu Livre na massagem e no reiki. Aguardem! Esperamos por vocês para mais um mergulho em nós mesm@s, uma pausa, um cuidado com nossa mente, corpo e coração.

Temos apenas 10 vagas, reserve a sua mandando nome e telefone para o e-mail: 
terapiaeulivre@gmail.com.

As vagas serão confirmadas após o pagamento da contribuição.

Abraços!

30 de outubro de 2013

Colabore com o IX Congresso Internacional de Parteiras Tradicionais

De 3 a 8 de novembro, Pernambuco recebe o IX Congresso Internacional de Parteiras Tradicionais. O evento terá a presença de parteiras e doulas de vários países da América Latina, como México, Colombia, Chile, Bolivia, Argentina, Uruguai e Bolivia, além de parteiras de seis etnias indígenas e de aprendizes de São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Goiás e Paraiba. Dentro da programação, haverá também o I Encontro Nacional de Doulas na Tradição.


O evento é organizado pela ONG Cais do Parto, sem financimento de editais. Mais uma prova da luta dessas mulheres guerreiras, que trabalham pela humanização do NASCER e da sabedoria de nossas ancestrais! Quem puder, contribua para a realização do Encontro. A organização ainda precida de doações que ajudem nos recursos econômicos para as despesas de hospedagem, alimentação e transportes locais das parteiras.


Informações sobre como ajudar, no blog do Cais do Parto:
caisdoparto.blogspot.com.br.

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28 de outubro de 2013

Eu Livre é a história #43 do projeto Imagina na Copa

Calma! Isso nada tem a ver com espertises da Fifa nem da copa do mundo de futebol. Não mesmo!! O Imagina na Copa é um projeto que decidiu sair do pessimismo pra mostrar que nem tudo no nosso país está indo de mal a pior. Brincando com o jargão “Se as coisas estão desse jeito agora, imagina na Copa!”, a iniciativa deciciu buscar 72 histórias de jovens que cansaram de reclamar e que estão fazendo algo para melhorar o seu modo de viver e o de suas comunidades. 

Com financiamento colaborativo pelo Catarse, a equipe do projeto iniciou andanças e pesquisas e chegou ao Eu Livre através do colaborador brasiliense Davi Carvalho de Mello. Somos a história #43, representando a cidade de Taguatinga entre tantas outras do país. No vídeo, falamos sobre a nossa história e sobre o Mercado Sul, local onde encontramos amig@s e parceir@s que fortalecem a nossa jornada.

Fica aqui o agradecimento à equipe do Imagina pela oportunidade de integrar o projeto, com tantas outras belas histórias realizadas por sonhadores e fazedores. Que esses relatos inspirem mais pessoas por aí... Façamos nós mesm@s!



Além do vídeo, no site do Imagina tem uma postagem completa, com texto e fotos sobre o Eu Livre: imaginanacopa.com.br/historias/historia-43/.
 
Acompanhe também o canal do YouTube do Imagina pra ver outras histórias pelo Brasil: youtube.com/user/redeimaginanacopa.

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