29 de fevereiro de 2012

Eu Livre oferece vivências para mulheres - Matrículas abertas

Olá, interagentes!

É com muita alegria que informamos as próximas atividades da equipe Eu Livre. Para iniciar nossos trabalhos em 2012, vamos desenvolver um módulo de vivências voltado só para mulheres. A oficina Aprendendo com a Vida: uma ressignificação da visão Saúde/Doença vai oferecer vários encontros onde abordaremos, na teoria e na prática, as formas de conhecimento do corpo. Vamos utilizar técnicas terapêuticas e saberes naturais para buscarmos soluções simples que estimulem o distancimento de maus hábitos que provocam diversas queixas entre as mulheres modernas. 


Com base na realidade desse grupo (mães, donas-de-casa, estudantes, profissionais, esposas, etc.), onde a falta de tempo no dia a dia não permite uma percepção integral de si mesmas, abordaremos assuntos comuns da rotina de todas interagentes. Temas como tensões musculares, sintomas menstruais (TPM, menopausa, cólicas, amenorréia), baixa autoestima e frigidez estarão na pauta.

Trabalharemos numa roda de saberes, onde serão desenvolvidas terapias alternativas e manifestações populares que interagem com o corpo (roda de prosa com troca de saberes; canto e dança; conhecimentos da medicina ayurvédica e chinesa, yoga, fitoterapia, etc.). Essas atividades buscam tratar as principais queixas apresentadas pelas mulheres participantes de uma forma natural e integral.


Nossos encontros serão realizadas no Espaço Cultural Mercado Sul, em Taguatinga, sempre às segundas, das 19h às 21h. As atividades desse primeiro módulo serão realizadas em 4 (quatro) encontros mensais (uma vez por semana). O investimento é R$ 50 reais por mês. 

PROGRAMAÇÃO
* 1º encontro: Integração
* 2º encontro: Elementos
* 3º encontro: Queixas/Tratamento (cólica, autoestima, TPM, frigidez, menopausa, etc.)
* 4º encontro: Vivência Externa em um Parque (canto, rodas, cantigas, etc.)

Obs.: Todos os encontros são divididos em três etapas:  1- sintonização (harmonização, respiração, yoga); 2 – palestra; 3 – vivência.

INVESTIMENTO
R$ 50 mensais

INÍCIO
19 de março (data confirmada).

INFORMAÇÕES
Pelos telefones 8546-6963 (Mariana), 8574-8688 (Dione), 8575-8500 (Keyane).  

INSCRIÇÕES
Acesse o formulário de inscrição AQUI ou envie e-mail para terapiaeulivre@gmail.com.

Até breve!

18 de novembro de 2011

Educandário recebe 1º vivência Eu Livre

Em setembro de 2011, com os pés fincados no caminho natural do tempo, o Projeto Eu Livre – Educação em Saúde espalhou suas primeiras sementes no Educandário Eurípedes Barsanulfo, em Sobradinho (DF). As atividades iniciaram em uma reunião de apresentação da proposta para pais e alunos. No evento, foi discutido o tema alimentação terapêutica, partindo do princípio de que muitas das mães tinham pouco tempo para se dedicar a essa questão ou pouca via de informação sobre a mesma.

A partir do relato de cada mãe, e com enfoque na Educação Popular, foi realizada a troca de experiências a respeito das principais queixas, saberes e práticas envolvendo a alimentação. O grupo de educadores, formado por estudantes da Medicina Tradicional Chinesa, utilizou princípios milenares para abordar os questionamentos, princípios esses que veem a saúde, o meio ambiente, o modo de vida e as emoções como fatores importantes a serem considerados e avaliados. Na perspectiva da alimentação terapêutica, foi esclarecido que "tudo me é permitido, mas nem tudo me convém".

Juntos, o grupo formado por mães e educadores foi desvendando os não mistérios do corpo, os movimentos inerentes a cada um e aos alimentos e ervas presentes no cotidiano e na realidade social, cultural e ambiental do DF. Desse primeiro contato, os encontros passaram a ser realizados uma vez por semana, atendendo aos pais interessados, sedentos por novas informações e felizes em saber que agora poderiam compreender melhor o funcionamento do corpo, modificando, assim, hábitos de forma simples e ativa. Como disse uma das mães: “Ótimo, agora poderei dizer: quem sabe do meu corpo sou Eu!”.


Com alunos do oitavo e nono ano do ensino fundamental, com idades entre 13 e 15 anos, foram realizados dois encontros, com dinâmicas baseadas nos cinco movimentos naturais abordados na Medicina Chinesa, presentes em tudo e em todos. Por meio da dança e de uma prosa leve, foram ancoradas em conjunto as características desses movimentos. As dinâmicas funcionaram como introdução para as oficinas de Tuiná (massoterapia), que serão realizadas em 2012, onde serão trabalhados a automassagem, a autopercepção, o ancoramento dos elementos, a consciência corporal e o cuidado/respeito com o corpo, 'templo' do outro.


Os adolescentes participaram com muita recepção e curiosidade das dinâmicas, percebendo seu próprio corpo e descobrindo maneiras simples de disseminar o que aprenderam, como 'massagear as dores de cabeça da mãe'. Ao final dessa primeira experiência, foi realizada uma roda de percepções, momento em que que muitos relataram as sensações do autotoque, do silêncio, do repouso e da atividade proporcionada por cada elemento (metal, madeira, terra, água e fogo). 

Alguns relatos:

“As orientações e o atendimento oferecidos propiciaram uma melhora da qualidade de vida. Os alunos, pais e professores envolvidos avaliaram positivamente a atuação do grupo e gostariam de continuar sendo atendidos no projeto...” - Guaraciaba (diretora da escola).

“Foi bom e divertido. No momento em que estávamos praticando a massoterapia, relaxei muito...” - Raíto (aluno do 9° ano).

“Adorei as orientações quanto aos hábitos alimentares. Estou seguindo as dicas, conforme a disponibilidade de tempo e local de trabalho, mas quando estou em casa faço conforme a prescrição da dieta...” - Guana (mãe de aluno do 9° ano).

“Grupo entusiasmado e extremamente motivado a melhorar a saúde do corpo e do espírito. Atenciosos e simpáticos, respondem aos questionamentos de cada paciente com extrema atenção, usando os métodos ensinados pela “alimentação terapêutica”. Melhorei muito minha disposição e problemas que eu tinha pela má qualidade dos alimentos ingeridos. Excelente!...” - Adriana (professora na escola e mãe de alunos do 4° e 7° anos).

Abraços, interagentes!