18 de março de 2014

Curso de Fitoterapia traz saberes sobre gestação e parto

Nos dias 26 e 27 de abril, o Instituto de Estudos Culturais e Ambientais (IECAM), em parceria com o Eu Livre e o Sítio Geranium, realiza o CURSO DE FITOTERAPIA: SABERES TRADICIONAIS E CIENTÍFICOS NAS PRÁTICAS DE SAÚDE. Serão dois dias de aprofundamente sobre identificação e manipulação de fitoterápicos, além de saberes sobre ervas indicadas para a gestação, parto, pós-parto, mães e bebês.

As aulas serão realizadas no Sítio Geranium pela fitoterapeuta e etnobotânica Vera Fróes, que trará seus saberes científicos assim como o que aprendeu na tradição, convivendo com indígenas e povos da Amazônia. As inscrições já estão abertas, somente por e-mail (iecam.comunicacao@gmail.com).


Conteúdo  
  • Identificação do pronto-socorro vivo: 40 espécies 
  • Manipulação da farmácia caseira: extratos, pomadas, xaropes 
  • Plantas medicinais para pré-parto, parto e pós parto
    Manipulação de fitoterápicos para mamães e bebês: óleo de massagem, colônias e loções.         

Vera Fróes

SERVIÇO

  • Local: Sítio Geranium - Núcleo Rural de Taguatinga, Chácara 29 - Via de Ligação Samambaia e Setor QNL de Taguatinga – DF      
  • Público alvo: agentes de saúde, líderes comunitários, associações de moradores, secretarias de saúde, meio-ambiente, educação, agricultura familiar, professores, estudantes, doulas, parteiras, gestantes e público em geral.  
  • Ministrante: Vera Fróes, fitoterapeuta, com especialidade em etnobotânica pelo NBRI - Lucknow, Índia. 
  • Inscrições online: iecam.comunicacao@gmail.com (ficha de inscrição e as informações gerais)
  • Valor do módulo:  R$ 300, com desconto de 10% para inscrições até o dia 11 de abril. Incluso material didático, certificado.
  • Informações: 61 8575.8500 (Keyane Dias) ou 61 8130.0594 (Deborah Minardi)

    ** O almoço vegetariano no sábado será oferecido pelo Sítio Geranium, com valor à parte de R$ 25 (por pessoa), a ser pago no dia.
       



5 de março de 2014

Série de vídeos Prosas Paridas - Relato 1: Val (BA)

O parto natural, feito em casa, com mães acolhidas por acompanhantes e bebês amparados pelas mãos de parteiras, sempre existiu. Foi assim que a humanidade nasceu por milhares de anos. Em vários povos encontramos relatos do partejar, feito por mulheres que possuem saberes sobre plantas, sobre o corpo, sobre as fases da lua e também sobre espiritualidade. É orgânico e instintivo. Basta conversar com alguma avó, que logo a memória vai parindo histórias sobre a irmã, a prima, a tia ou a vizinha que fazia partos. Ou sobre as cumadres que pariram menin@ em casa. 
  
Apenas há poucas décadas, com a expansão da medicina chamada ocidental, que o nascer foi transformado em ato cirúrgico. Com a criação dos hospitais, médicos inseriram uma série de intervenções desnecessárias para acelerar o trabalho de parto: soro com oxitocina, episiotomia (corte do períneo), lavagem estomacal, entre outras. Sem falar na cesariana, procedimento que deveria ser usado apenas em casos de extrema complicação, com perigo de morte para a mãe ou para @ bebê. Ao contrário, o que se vê hoje é uma série de médicos indicando cesarianas sem motivo e mães induzidas a marcar dia e horário para suas crias nascerem. 

Val, parteira tradicional de Uruçuca (BA)

Felizmente, a arte e o dom de partejar nunca cessaram em meio a imposição da medicina. Anônimas, em suas comunidades, povoados, aldeias e bairros, gerações de parteiras seguiram seu trabalho de auxiliar mulheres a dar a luz de forma natural. Nos últimos anos, inúmeras mães e pais estão em busca dessas senhoras sábias e dessa [re]conexão com o nascer orgânico, sem intervenções indevidas, sem traumas. Guerreiras, as parteiras também buscam hoje a valorização de seus ofícios e saberes, se organizando e compartilhando entre si lutas e anseios. Há também a contribuição de pessoas e grupos que acreditam nessa causa e buscam contribuir para a chamada “humanização do parto”. 

É para conhecer a história de parteiras, doulas (acompanhantes) e mães que o Eu Livre – Educação e Saúde criou a série Prosas Paridas. Em parceria com o Estúdio Gunga, o Eu Livre vai mostrar relatos sobre gestação, parto e maternidade, em vários episódios e com vári@s entrevistad@s. O primeiro vídeo foi gravado em Serra Grande, município de Uruçuca (BA), e traz o relato da enfermeira e parteira tradicional Valdeci Rocha Santana, conhecida como Val. Sábia mulher, que muito nos inspira.



Abaixo, uma carta escrita por Ernani, pai do primeiro bebê que Val amparou. Essa história, ela cita bem no início do vídeo, quando conta como começou a partejar. A carta foi cedida ao Eu Livre pela filha de Val e doula, Mariama Santana.

"De nada adianta apenas acreditar na possibilidade, sem experimentar na prática o desafio de realizar um parto independente. O fato de vivermos cada vez mais cercados de tecnologias e antificialismos nos distancia cada vez mais dos processos autênticos e naturais. Por isso precisamos revalorizar esta experiência de trazer crianças ao mundo de uma forma humana, calorosa e saudável. De empoderar as mulheres e as mães com aquilo que sabem fazer de melhor. Gestar, parir e criar. Esta é a verdadeira virtude feminina, algo insubstituível. Mesmo que o homem tente de modos diversos imitar e copiar, buscando artificializar os processos da natureza, os resultados a curto, médio e longo prazo são geralmente perniciosos. O ser humano acaba sendo vítima de sua insensatez. 

Conheci sua mãe, esta criatura maravilhosa, conhecida como Valdeci Rocha, ou, para os mais chegados, comadre Val, quando, no fim da década de setenta, eu frequentava o restaurante Grão de Arroz e conheci a mãe dos nossos filhos, Tânia, que já a conhecia juntamente com seu pai, nosso amigo Noel. Foi por intermédio de Tânia que fui conhecer Val em Praia Grande, no suburbio de Salvador. A gente se afinou logo. Aliás é difícil não empatizar com Val, com seu jeito meigo e afetuoso. 

Quando Taniel foi concebido(nosso primeiro filho) eu já andava às voltas com os estudos da filosofia da medicina oriental, alimentação macrobiótica, naturalismos e práticas alternativas. Era um mundo novo que se abria para nós, uma nova geração de contestadores do sistema vigente. Desde o início dos setenta que já haviam movimentos de expansão de consciência, experiências comunitárias, de distensão política, em busca de um sonho por melhor qualidade de vida e retorno à mãe natureza. Claro que cada um ao seu modo, tateando, experimentando, escorregando, desbundando, e muitos pirando mesmo. Mas havia uma leva de gente mais prudente, mais pé-na-terra, que vislumbrou o sonho, mas percebeu que nada podia ser transformado num passe de mágica. A gente ia ter que mastigar muito, meditar muito, compartilhar muitas experiências artesanais, alimentares, rurais, terapêuticas, enfim, enfrentar ainda muitas resistências das nossas familias, das gerações já acomodadas, daqueles que cada vez mais corriam atrás do consumismo e dos valores meramente materiais, e que a turma da vanguarda estava e continua tentando se livrar. 

A gente estava a fim de buscar novos paradigmas, novos modelos, mais salutares e ecologicamente sustentáveis. Creio que alcançamos algumas metas, mas percebemos também que fomos frustrados em muitas tentativas. Muitos desistiram, outros se entregaram, gente se acomodou, mas muitos também persistiram na busca de manter valores mais elevados, de não sucumbir às armadilhas. Esta resistência ainda continua e, certamente, Val é um exemplo disto. Por isso resolvi escrever um pouco sobre sua trajetória, um pouco sobre aquilo que compartilhamos, num ângulo de visão particular, mas que retrata esta resistência, no intuito de deixar um registro para vocês da geração seguinte (e as seguintes além) que possam colher algum benefício dessa experiência. 

A vinda de Taniel me estimulou a traduzir um trecho de um livro maravilhoso: Spiritual Midwifery, escrito por Ina May Gaskin que foi outra fada e iniciadora de um trabalho humano fantástico de acompanhamento de gestantes na comunidade " The Farm", nos Estados Unidos. Esta mãe, e também pioneira no resgate dos procedimentos do parto humanizado, junto com outras parteiras e mulheres aguerridas, como Val, foi quem me inspirou e nos deu confiança, a mim e à mãe do bebê, para tentar realizar um parto domiciliar em 17 de agosto de 1981, quando Taniel veio ao mundo. Tenho grande gratidão por estas mulheres, pela coragem que sempre demonstraram, e pela possibilidade de propiciar a nós, marmanjos, a chance de compartilhar um ATO DE LUZ. Este é um gesto invejável! 

A partir de então, Val, que já contava com sua experiência de enfermagem, passou a se dedicar a esta nobre tarefa de acompanhar gestantes e auxiliá-las a parir. Sabe-se lá quantas outras crianças esta comadre aparou pelos caminhos afora. Creio que nem ela se deteve em contar. Foram tantos afilhados. Depois ainda gestou seus próprios filhos, todos nascidos em casa: Aranda, você Mariama e Cauê. Ajudou ainda a aparar Tizu nosso caçula (em 8/9/84). Só não acompanhou o nascimento de Taoan (3/3/83), porque o pisciano foi mais rápido e sequer esperou a madrinha chegar. 

Val, além da "arte de esperar" (a arte da não-interferência), a obstetrícia doméstica, também é mestra em outras artes e prendas. Desenvolveu sua arte culinária natural e tocou alguns restaurantes pelo sul da Bahia. Amassou e assou muitos pães integrais. Plantou muitas hortas e canteiros de flores, habilidosa que é também no trato com a mãe natureza. Teceu também muitas artesanias. Com sua arte de cuidar das pessoas também compartilhou muitas dores e tratou muitas feridas não apenas do corpo, mas principalmente da alma. 

Esta é, ao meu ver, a verdadeira manifestação do feminino, sem sombras de dúvida. Este é o exemplo que todas as meninas precisam conhecer. Por isso faço questão de compartilhar este comentário e esta homenagem sincera que presto nestas linhas. São poucas palavras para expressar meu reconhecimento pelo empenho de Val. Homens, em geral, não sabem dimensionar a envergadura dessa obra magistral que é a maternidade e a arte de criar. Este assunto sempre foi e continuará sendo a nobre incubência do coração feminino. Neste aspecto nada pode superá-lo. 

 Obrigado Val por sua dedicação e que as Deusas te abençoem. 

Sincera admiração e respeito. 

Ernani"
 .

20 de fevereiro de 2014

Estreia Encontro do Parto - Prosas Paridas

Com alegria e gratidão pela oportunidade, o Eu Livre inicia nesse mês de fevereiro o Encontro do Parto. Com a mediação da parteira Ritta Pinho, vamos dialogar mensalmente sobre o universo que envolve todo O GESTAR: ciclos menstruais, parto, pós-parto, relação pai-mãe-bebê, cuidados com o bebê, amamentação...

Desde que o Eu Livre surgiu, muitas mulheres grávidas e não grávidas nos procuram para pedir informações sobre a menstruação, GESTAÇÃO e o parto. É muito claro que a busca pela saúde, pelo natural e pelo orgânico passam pelo nascer. Abrimos essa roda com o impulso e o reforço de Ritta Pinho, que já acompanha partos há mais de 15 anos. 




A ideia do Encontro é despertar a autonomia e empoderar a gestante da sua capacidade de gestar, parir, amamentar e cuidar do seu bebê de forma natural e orgânica. Nosso objetivo é também deselitizar o conceito de parto humanizado e mostrar que é possível ter um parto natural e consciente, independente da situação financeira e do lugar de escolha para o parir, seja em casa, no hospital ou em casa de parto. 

Orgânica, assim como o nascer e o morrer, o Encontro do Parto está aberto para gestantes, mães, mulheres que não tem filhos, homens, crianças, profissionais da área e qualquer pessoa interessada no assunto. O primeiro encontro acontece na próxima quarta-feira (26/02), a partir das 19h, no Espaço Cultural Mercado Sul, em Taguatinga. A participação é livre e a contribuição consciente.


Reza para Mamãe Terra


"Terra, 
minha nossa Deusa Gaia
Mamãe terna boa cheia de peitos
meus desejos são tantos!
Estou grávida de mim.
Estou grávida de ti.
Desejo nos parir."

Líllian Pacheco - poeta e pedagoga griô



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SERVIÇO 

Eu Livre apresenta Encontro do Parto
Dia: 26 de fevereiro de 2014
Horário: das 19h às 21h30
Local: Espaço Cultural Mercado Sul
Endereço: QSB 12/13, Avenida Samdu - Taguatinga Sul
Entrada: Contribuição Consciente
Informações: terapiaeulivre@gmail.com

6 de fevereiro de 2014

Movimento é saúde!

Começo de ano, mês das águas, parceiros reunidos, capoeira, ioga, cozinha, filhos, bike, quedas, portas abrindo e fechando. Se movimentar dentro do movimento que a vida nos coloca é saúde. É presença e presente! Aceitando e entregando... movimentando. Como diria Cumpadre Ben: "Mexe, mexe!".

Salve fevereiro, salve a alegria, as tardes inspiradoras, os reencontros, os movimentos!


"Mexe, mexe, mexe (tô mexendo) 
Mexe, mexe, mexe (tô mexendo) 
Quando você para de brincar de mexer 
Você envelhece (lhece) 
Quando você para de brincar de mexer 
A sua barba cresce (cresce) 
Quando você para de brincar de mexer 
Seu coração ao invés de bater padece (dece)
Irmão, irmã 
Pare, pense, brinque e mexa 
Pare, pense, brinque e mexa 
Pois a vida é bela 
Tem gente que não sabe brincar e mexer com ela 
Pois a vida é bela 
Tem gente que não sabe brincar e mexer com ela
Por isso mexe, mexe
A arte de mexer vem desde os tempos da pedra lascada 
Todo mundo mexia, todo mundo balançava 
Todo mundo sacudia, todo mundo requebrava 
E cantava 
Mexe, mexe, mexe, mexe (tô mexendo)
Mexe, mexe, mexe, mexe (tô mexendo) 
Pois quando você para de brincar de mexer 
Você envelhece (lhece) 
Mexe, mexe por favor 
Mexe, mexe meu amor 
É um, é dois, é três, lá vai, todo mundo mexendo
Em cima, em baixo
Em baixo, em cima 
Pa, pa, pa, pa, pa quero ver mexer"

25 de janeiro de 2014

TV Supren faz reportagem sobre o Eu Livre

Matéria da TV Supren, sobre o Eu Livre, veiculada nesse mês de janeiro de 2014, na TV e também na internet. Pra quem ainda não viu, segue abaixo.


A matéria completa também está no site: www.uniaoplanetaria.org.br

5 de novembro de 2013

Experiências: Educação Popular em Saúde no MST

Educação Popular é sem dúvida nossa maior Mestra. Ela nos mostra que o caminho que nos leva até o interagente é o da troca de saberes, os saberes de cada um. Hoje, tivemos acesso a um Trabalho de Conclusão de Curso com um tema que muito nos inspira: “A influência do Movimento dos Médicos de Pés Descalços na China sobre a Experiência Brasileira do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)”.

A monografia foi apresentada à Escola Nacional de Acupuntura pelos alunos Carlos José Machado Menezes e Rose May Machado da Fonseca Cabral. Eles relataram uma experiência que tiveram durante um acampamento do MST, em Brasília, no ano de 2011, onde puderam trocar saberes e trabalhar junto com os militantes que atuam na área da saúde. Todo o trabalho foi realizado com base na Educação Popular. Seguem, abaixo, alguns trechos inspiradores da monografia:


 “Nos momentos em que estávamos lá, presenciamos equipes de seis a oito terapeutas que se revezavam em turnos. Nenhum deles utilizava jaleco ou roupa branca e isso faz parte da cultura do movimento: o terapeuta (mesmo que formado em medicina) é igual a qualquer outro do movimento. O jaleco branco, em nossa cultura, tem uma clara distinção de classes. Alguns militantes que conversamos nos afirmaram ser impossível reconhecer um médico do movimento, a priori, pois eles cumprem com todas as tarefas dos demais militantes e não usam jalecos. A principal justificativa alopática para o uso desta vestimenta é primeiramente a de diferenciar o profissional de saúde. Um segundo argumento se relaciona com a assepsia, tão cara à ideologia burguesa, industrial e médico-hospitalar. Pois os médicos ou técnicos em saúde que encontramos também tinham os pés ou mesmo as roupas “sujas” de terra. Mas terra para um movimento dos sem terra pode ser algo sujo?“ 

“O MST tem hoje em seu centro de formação, o Iterra, no Rio Grande do Sul, dentre outros, um curso de técnicos em saúde. (...) Depois de cada módulo, o aluno volta para a sua comunidade e coloca em prática aquilo que aprendeu. A perspectiva do curso é de formar mais que agentes de saúde, mas sim mobilizadores e educadores populares, fazendo com que seu trabalho parta das reais necessidades da comunidade e tenha as possíveis saídas para cada problemas discutido e executado pela própria comunidade.“ 

“Na página 46 do livro 'Como se faz Medicina Popular', de Jorge Moreira Rocha, o autor tece uma análise de como seria uma medicina verdadeiramente popular, estabelecida sobre um eixo horizontal entre o terapeuta e a população: 'Para entender uma prática popular requer-se um mergulho em sua cultura. Não sendo assim, passa-se ao largo, sem nada entender, sem poder apreciar, senão superficialmente’.” 

“É preciso estar em uma posição de ensinar e aprender. Servir e ser servido de medicina e de todos os aspectos da cultura local. Estar numa clara posição de troca de saberes e não numa posição elitista de servir ao povo.” 

***

Que caminhemos a cada dia aprendendo com essa roda viva que é a vida de cada um de nós, cada história, cada realidade. A Educação Popular em Saúde nos torna mais que Terapeutas, nos torna, sem dúvida, mais humanos, mais aprendizes e mais descalços. 

“Para ser professor do povo é preciso, antes, ser aluno do povo.” 
Mao Tsé Tung 


4 de novembro de 2013

8º Ambulatório Popular de Saúde Integral

Olá, interagentes!

Nessa segunda quarta-feira do mês, dia 13 de novembro, realizaremos o penúltimo Ambulatório Popular de Saúde Integral de 2013! Como de costume, a partir das 19h, vamos oferecer reiki, massagem na cadeira e auriculoterapia, além de um ambiente calmo, com roda de conversa, flores, livros e amor. Será no Espaço Cultural Mercado Sul, em Taguatinga.

O valor dos atendimentos é de R$ 30, correspondente às três terapias. Nesse Ambulatório, teremos novamente a presença de algumas colaboradas do Eu Livre na massagem e no reiki. Aguardem! Esperamos por vocês para mais um mergulho em nós mesm@s, uma pausa, um cuidado com nossa mente, corpo e coração.

Temos apenas 10 vagas, reserve a sua mandando nome e telefone para o e-mail: 
terapiaeulivre@gmail.com.

As vagas serão confirmadas após o pagamento da contribuição.

Abraços!